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História


O Decreto nº 109 /80 de 20 de Outubro cria a carreira dos auxiliares de acção médica (actuais Assistentes Operacionais), define de uma forma genérica as respectivas funções. Com o Despacho Ministerial nº 7/89 de 9 de Fevereiro, é criado o curso de formação para auxiliares de acção médica, passando o mesmo a ser exigido para ingresso na respectiva carreira profissional. Este curso, tal como determina o Despacho, pretende tornar os profissionais mais aptos para o desempenho de tarefas previstas na lei, de forma a assegurar o bem-estar e a segurança dos doentes.
Os cuidados de saúde prestados num hospital envolvem equipas multidisciplinares que trabalham com o objectivo de optimizar a assistência aos doentes (ou utentes) que por diversas razões se dirige a um hospital. Cada equipa é constituída por médicos, enfermeiros, técnicos e assistentes operacionais. Os médicos, os enfermeiros e técnicos, têm as suas funções bem definidas. Os Assistentes Operacionais também têm as suas tarefas a realizar e variam de local de trabalho para local de trabalho. As funções do Assistente Operacional possuem uma vertente bastante prática, activa e dinâmica e cada serviço hospitalar tem as suas particularidades. Contudo, existem muitas tarefas que se executam em qualquer serviço do hospital e que estão a cargo dos Assistentes Operacionais.
Os AO (assistentes operacionais) asseguram: serviço de mensageiro, acompanham e transportam os doentes em camas, macas, cadeiras de rodas dentro do hospital e para o exterior se necessário, colaboram na prestação de cuidados de higiene e de conforto dos doentes, sempre sob a orientação dos enfermeiros/as do serviço, distribuem as refeições e ajudam os doentes com dificuldade em tomar os alimentos sozinhos, tratam da mudança das roupas da cama e organizam-se de maneira a manter as enfermarias limpas e arrumadas.
No meio de tanto trabalho há com certeza diferenças entre o que são as suas funções e aquilo que efectivamente os outros elementos da equipa multidisciplinar lhes atribuem.
Um sem número de tarefas, algumas íntimas e diárias, aproximam os AO dos doentes, mais do que qualquer outro elemento da equipa multidisciplinar. Os AO estabelecem um tipo de relação interpessoal com o doente, escutam as suas necessidades e por vezes são confidentes do doente, acompanhando mais de perto a evolução da pessoa e da sua doença.